domingo, 19 de junho de 2016

Diagnóstico

Não brancas nuvens, por que passo agora...
Lá na memória cavo o outrora então,
A minha flor que fui buscar na flora,
Quando lhe trouxe ainda era botão!

No estuário busco, muito embora,
Eu deslembrado, prove da pressão...
Vejo lhe agora como uma senhora,
Mas inda guardo cá no coração,

Pra ser alvitre meu, inda que prisco
– A imagem linda dessa juventude –
Um sentimento nobre, sem ter cisco!

...Que nós guardamos qual seja virtude
E conservamos limpo deste risco,
Por mostrar a todos nossa atitude!


Zé Salvador.

Um comentário:

  1. Aj Tolissano, por gentileza edita o texto do soneto, o formato deve ser feito em estrofes de 4,4 e 3,3 versos. "gradicido, viu!"
    Zé.

    ResponderExcluir